Manuel Alegre diz que os seus apoiantes foram deliberadamente postos fora das listas de deputados. "Não é o meu PS que vai a eleições", afirma. o ex-deputado.
Francisco Louçã está convencido que o BE vai aumentar a votação e o número de eleitos nas eleições legislativas de 27 de Setembro.
Não conhecemos ninguém que o não esteja.
Programa eleitoral do PS aponta como objectivo que, até 2015, 50 por cento dos automóveis comprados pelo Estado sejam híbridos ou eléctricos.
A Polícia Judiciária deteve, ao raiar da madrugada desta quarta-feira, um homem de 54 anos que fugiu da cadeia em 1993 quando cumpria pena por homicídio. O evadido, mal nutrido, queimado do sol e desgrenhado, viveu durante 16 anos em morros e grutas, em Anissó, na zona de Vieira do Minho.
A jornalista Edite Soeiro, uma das primeiras mulheres a ocupar cargos de chefia no jornalismo, morreu hoje aos 75 anos de idade, depois de várias complicações de saúde nos últimos anos, disse à Lusa uma fonte próxima.
Edite Soeiro nasceu em Angola, onde iniciou a sua actividade jornalística, no jornal O Intransigente, em Benguela. Posteriormente, radicada em Lisboa, Edite Soeiro, fez parte das redacções da Flama, Notícia, Jornal e revista Visão, onde ainda fazia parte da ficha técnica.
Em 2006, foi distinguida pelo Clube de Jornalistas com o Prémio de Mérito, pela sua carreira não só na reportagem mas também pelas suas capacidades de chefia e direcção.
Lamentando a perda, o coordenador editorial da Visão, José Carlos Vasconcelos, recorda Edite Soeiro como uma profissional "séria, competente, exigente e rigorosa".
Contactado pela Lusa, José Carlos Vasconcelos, que é também director do Jornal de Letras, lamentou o desaparecimento de uma "querida camarada e companheira de trabalho" com quem trabalhou durante mais de 30 anos, sublinhando as suas capacidades de grande repórter, bem como de chefia.
"Foi uma jornalista séria, competente, exigente e rigorosa. Foi das primeiras mulheres a ocupar cargos de chefia, desde a revista Notícia, em Angola, até à Visão", disse.
José Carlos Vasconcelos referiu ainda que, por "complicações de saúde", Edite Soeiro esteve mais afastada da profissão "nos últimos dois ou três anos" e que, apesar de já se ter reformado, o seu nome continua na ficha da revista, onde trabalhou desde a sua fundação.
O responsável lembrou ainda que Edite Soeiro se destacou também no jornalismo desportivo, tendo sido a primeira jornalista mulher em Portugal enviada especial a uns Jogos Olímpicos.
Edite Soeiro nasceu em Angola, onde iniciou a sua actividade jornalística, no jornal O Intransigente, em Benguela. Posteriormente, radicada em Lisboa, Edite Soeiro, fez parte das redacções da Flama, Notícia, Jornal e revista Visão, onde ainda fazia parte da ficha técnica.
Em 2006, foi distinguida pelo Clube de Jornalistas com o Prémio de Mérito, pela sua carreira não só na reportagem mas também pelas suas capacidades de chefia e direcção.
Lamentando a perda, o coordenador editorial da Visão, José Carlos Vasconcelos, recorda Edite Soeiro como uma profissional "séria, competente, exigente e rigorosa".
Contactado pela Lusa, José Carlos Vasconcelos, que é também director do Jornal de Letras, lamentou o desaparecimento de uma "querida camarada e companheira de trabalho" com quem trabalhou durante mais de 30 anos, sublinhando as suas capacidades de grande repórter, bem como de chefia.
"Foi uma jornalista séria, competente, exigente e rigorosa. Foi das primeiras mulheres a ocupar cargos de chefia, desde a revista Notícia, em Angola, até à Visão", disse.
José Carlos Vasconcelos referiu ainda que, por "complicações de saúde", Edite Soeiro esteve mais afastada da profissão "nos últimos dois ou três anos" e que, apesar de já se ter reformado, o seu nome continua na ficha da revista, onde trabalhou desde a sua fundação.
O responsável lembrou ainda que Edite Soeiro se destacou também no jornalismo desportivo, tendo sido a primeira jornalista mulher em Portugal enviada especial a uns Jogos Olímpicos.
Notícia: Agência Lusa
José Sócrates entregou esta segunda-feira o computador Magalhães número um milhão.
O felizardo - recebeu um exemplar do dito e completou o 12.º ano pelas Novas Oportunidades – interroga-se quanto ao ser ele “o contemplado pois nunca lhe saiu qualquer lotaria nem loto”.
Em suma: o Governo, com uma única acção de propaganda, matou dois coelhos com uma cajadada. Fez propaganda à entrega de computadores Magalhães e divulgou o sucesso das Novas Oportunidades.
A Comissão Nacional Justiça e Paz considera que o leilão de 217 armas de fogo, que a PSP hoje realiza, prejudica a luta contra a proliferação das armas e é contraproducente face à recente destruição de armamento.
Notícia «Público»
Daniel Oliveira, conhecido comentador do «Eixo do Mal» da SIC-Notícias e colunista da Imprensa, não faz parte das listas do Bloco de Esquerda para a Assembleia da República.
Diz-nos o Diário de Notícias de hoje que foi “excluído”, mas o próprio não confirma, não desmente, não comenta.
António Capucho, que foi muitos anos “segundo” do PPD e é conselheiro de Estado e candidato à Câmara Municipal de Cascais, é de opinião que “O bloco central não tem nada de pecaminoso” e defende que Manuela Ferreira Leite não deve anunciar já o seu programa eleitoral.
Alberto João Jardim, na festa do PSD, no Chão da Lagoa, na Ilha da Madeira, apelou ao partido a nível nacional para que se “deixe do politicamente correcto”, para derrubar o PS nas próximas eleições.
Pode muito bem ter sido para não ouvir esta proposta que Manuela Ferreira Leite “contraiu” gripe e não foi à festa…
Vieira da Silva, ministro do Trabalho e da Segurança Social, garantiu que o Estado português vai apoiar as empresas algarvias a manter os postos de trabalho e a qualificar os trabalhadores.
O Partido Socialista instituiu a não candidatura simultânea à Assembleia da República e a um cargo autárquico. A “coisa” não foi muito bem aceite por alguns militantes… mas regras são regras.
Contudo, e atendendo a que o cargo de governador civil não é eleito, mas nomeação, as listas para as próximas legislativas registam a corrida ao Parlamento de quatro representantes do poder central nos distritos.
A saber:
Filipe Neto Brandão – Aveiro
Isilda Vargues Gomes - Faro
Agostinho Gonçalves – Porto
Euridíce Pereira – Setúbal
Selecção nacional de Râguebi venceu a Argentina, vice-campeã do mundo, na meia-final. No jogo decisivo, os "Lobos" perderam com as Ilhas Fiji, que revalidaram o título.
Cavaco, quando foi primeiro-ministro, disse aos jovens: “Eu dou-vos…” e conseguiu repetir o triunfo nas eleições. Depois esses mesmo jovens perceberam que tinham sido ludibriados e o PS ganhou.
Agora, José Sócrates promete mais apoio social para deficientes e jovens e menos burocracia. O programa do PS baseia-se em mais apoios, subsídios e estágios, para "modernizar e relançar a economia" e reduzir desigualdades.
Dia 27 de Setembro veremos se a história se repete.
A Maria dos Trapos voltou ao nosso convívio, dois meses volvidos, do último post colocado no seu bem-dizente blog.
Palpita-me que é a preparar terreno para falar da Feira de Sant’Iago…
Sim. Hoje é dia de Sant’Iago e às 19 horas foi inaugurada a feira de Setúbal.
O Benfica era, há 30 anos, antes da famosa assembleia geral que abriu caminho à entrada de estrangeiros no plantel, caracterizado por só ter jogadores portugueses.
Ontem ganhou por 2-o frente ao Sunderland, no Torneio de Amesterdão e jogou sem portugueses.
É verdade que quando não tinha estrangeiros, o plantel era bastante povoado com jogadores das ex-colónias.
Hoje, dizem alguns que… “Não fica bem ver o Benfica assim”.
Manuela Ferreira Leite tinha prometido a Alberto João Jardim que participaria na Festa do PSD-Madeira, marcada para este domingo, no Chão da Lagoa, naquela ilha.
Hoje a notícia (já esperada) diz-nos que a líder não segue viagem para o Funchal porque “está com gripe”.
É Marques Guedes, secretário-geral quem representará Manuela Leite.
A notícia está nos jornais deste sábado, mas ontem as televisões e as rádios já tinham abordado o tema, que se resume a isto: - “O Ministério das Finanças não sabe quantos funcionários públicos receberam até agora prémios em resultado de uma avaliação positiva do desempenho, revelou ontem o secretário de Estado da Administração Pública”.
Tenho ao pé de minha porta um grande cartaz do PPD/PSD onde se lê: «Nunca baixamos os braços».
Tento perceber a mensagem, mas fica-me sempre a dúvida: - Como é que trabalham se não baixam os braços?
'PS pisca o olho à esquerda e faz brilhar Inês de Medeiros e Vale de Almeida nas listas'
Este o título com que o «Público», deste sábado, abre a página 4, e onde coloca como sub-titulo: “Políticas sociais, mais atenção à Cultura e casamentos gay: as ideias com que os socialistas vão a votos têm protagonistas a condizer. Mas no partido há feridas abertas”.
Mais uma vez está difícil a tarefa de dizer bem.
Passei a manhã a ler os jornais. Sim, a ler os jornais. Passei, folha a folha, o Diário de Notícias, o Público, o Jornal de Notícias, o Diário Económico, o i, o Jornal de Negócios e até o Correio da Manhã. O 24 horas não está na lista de matutinos que passo em revista todos os dias.
À tarde, passei os olhos pela net e… confesso que me sinto frustrado de não ter visto nada que merecesse um elogio.
O secretário de Estado da Juventude e do Desporto lembrou que a Assembleia-Geral da Federação Portuguesa de Futebol (FPF) não está isenta de cumprir a lei.
Tá dito!
O Sporting comunicou esta quinta-feira a aquisição por empréstimo do avançado equatoriano Felipe Caicedo.
O «Diário Económico» de terça-feira desta semana, titulava na página 20: “Pedroso congela carreira política se perder Almada”.
Paulo Pedroso vai ser o “cabeça de lista” do Partido Socialista às eleições para a autarquia almadense.
Convém dizer que não se pode dizer que Pedroso perde a presidência da Câmara Municipal de Almada porque o seu partido nunca a teve.
Dizia um jornal diário desta semana que “Beijinhos e passou-bem em risco de extinção”.
Caramba!
Nem ao menos um apalpãozinho?
O secretário-geral do Partido Socialista, José Sócrates, falou durante duas horas, e de improviso, na Conferência do «Diário Económico».
Dada a “proximidade” do “reformado” Fidel Castro – ele sim o homem dos discursos intermináveis - com Hugo Chávez, presidente da Venezuela, é natural que o líder socialista, por causa dos negócios do petróleo e dos computadores Magalhães, possa ter sido “contagiado”.
O ex-deputado do PS, António Barreto, acha que “O TGV é um sonho de fidalgo arruinado que quer ter qualquer coisa parecida com os ricos”.
António Barreto, na entrevista ao «Diário Económico» é de opinião que “Nenhum partido fez o diagnóstico sério e rigoroso da situação em que a sociedade portuguesa e a economia se encontra”.
António Barreto, em entrevista publicada esta segunda-feira no «Diário Económico» (pág. 14 e 15), referindo-se à forma de canalizar as ajudas para as empresas e quais nacionalizar, diz que “Em Portugal não chegou a haver um debate sério sobre o pacote de medidas” e na Assembleia da República “houve berraria pegada, de manhã à noite”.
O ministro do Trabalho e da Solidariedade Social disse que Portugal "está a deixar de colocar as pessoas com deficiência no quarto dos fundos", o que significa um "virar de página" e um novo "conceito de civilização".
O Ministério da Educação espera inaugurar 60 centros escolares até ao início do próximo ano lectivo.
Por coincidência, os actos acontecerão antes das eleições.
A ex-dirigente comunista Zita Seabra diz no «Diário Económico» desta sexta-feira, que “O comunismo ainda faz vítimas todos os dias”.
Será caso para perguntar: - Problemas de consciência, camarada?
Francisco Luís é presidente do PSD/Sesimbra e diz num artigo de opinião, publicado no jornal «Nova Morada» que “Já chega de 30 anos de governação socialista e comunista em Sesimbra”. Percebe-se a frustração do dirigente local social-democrata, mas fica-se sem saber como é que quer pôr fim à vontade dos cidadãos sesimbrenses que têm votado maioritariamente nestes dois partidos. Ou terá o dito tido inspiração na última atoarda do seu «companheiro» Alberto João Jardim?
O candidato à Câmara Municipal de Lisboa pelo Partido Socialista, que se chama António Costa, na entrevista que deu à RTP, chamou “parasita” ao Bloco de Esquerda e depois acrescentou que “não se pode estar na política para dizer mal”. Também disse mal do PSD e de Pedro Santana Lopes (este também candidato à autarquia). Só não disse mal do PCP porque tem o apoio do “Nobel” José Saramago e tem como mandatário Carlos do Carmo.
António Costa, ainda presidente da autarquia lisboeta, disse em vários momentos na entrevista à RTP: “Eu quero…”, “Eu faço…” “Eu exijo…”
Não haverá quem diga a este senhor – e a muitos outros que agem como ele – que não vivemos num regime presidencialista e mesmo falando em autárquicas?
… o secretário de Estado do Trabalho a falar da flexibilização dos horários…
Fico desejando que este Governo deixe de o ser para que o senhor possa pôr em prática aquilo que defende para os outros.
O ex-administrador dos CTT Horta e Costa negou ter recebido qualquer comissão pela venda de um edifício dos Correios em Coimbra, que está a ser investigada pela Policia Judiciária (PJ).

O momento foi bem observado pelo Teófilo Duarte, no «Blogoperatório»:
O líder da coligação "Lisboa com sentido", que integra o PPD/PSD, o CDS/PP, o PPM, o MPT e ainda cidadãos independentes, diz que a vontade de António Costa em fazer coligações é sinal de fraqueza.
Jardim, que da Ilha da Madeira dispara atoardas contra a Democracia, deixa agora mais fresca a memória que é alguém que não se esquece da União Nacional a que pertenceu e seria bom que se analisasse o que quer dizer quando diz que “Só neste país que por enquanto se chama Portugal, é que o PCP e o BE é que aumentam a votação”.
Baptista-Bastos, como é habitual delicia-nos com a crónica na página 7, do «Diário de Notícias», onde se refere a um artigo que Manuel Alegre escreveu no «Expresso»:
Parece que o Manuel Alegre escreveu um artigo apelando ao despertar do PS. O artigo foi publicado num semanário que por aí se edita. Há anos, com um curto intervalo de duas semanas, em Outubro passado, que não frequento a distinta publicação. Socorro-me dos recortes de outros jornais para discretear, amenamente, sobre as apoquentações do meu velho amigo.
Não é aquele partido que tem de despertar. Já não há mal que lhe não venha, parafraseando o outro. É o País, somos todos nós, que temos de sacudir esta nefasta letargia. Permitimos tudo quanto nos tem acontecido. Em matéria política, como em matéria social, caracterizamo-nos por uma indiferença, uma total renúncia a pensar que nos torna fáceis títeres de gente sem escrúpulos. Éramos taciturnos; somos cabisbaixos. Portugal está "portugalizado", para recuperar, tristemente, o triste adjectivo com que Roger Vailland nos cauterizou no romance La Loi. Pior: subtraíram-nos a confiança, potenciando os nossos desgostos para uma deformidade que transformou as forças de cada um de nós numa agressividade fratricida.
Inculcaram-nos a ideia da inevitabilidade de um modelo e de um sistema, sem respeito pela diferença, desprezando o que pensamos, tripudiando sobre os nossos sonhos mais asseados. Não admitem a acção criadora em mulheres e homens sofredores. E, no entanto, é deste grupo vastíssimo que, tarde ou cedo, nascerão as soluções mais acertadas e os valores mais qualificados. Não se trata de uma questão de fé: é a razão da história que o explica e justifica.
Nenhum partido, nem um, sequer, é susceptível de se reformar por dentro. E a impossibilidade não incide, somente, nos partidos comunistas. O Manuel Alegre sabe, tão bem como eu, que está esgotado este arquétipo económico, condutor de crises e de tragédias, e protagonizado, em Portugal, pelo PS e pelo PSD, com os resultados conhecidos. Os remendos cerzidos por diligentes funcionários não autorizam a olhar o problema como assunto arrumado.
Exactamente porque a sociedade, o movimento das ideias, as exigências históricas não constituem factores inanes. Embora não conheçamos a amplitude e a pertinência da crise, e a natureza profunda das suas repercussões, temos de recusar, em todas as circunstâncias, que só esta "alternância" é "alternativa". O carácter redutor desta concepção leva-nos, cada vez mais, a múltiplas incertezas.
As pequenas questões do PS e do PSD são minudências, cujas equações éticas roçam a mediocridade, e suscitam uma espessa indiferença geral. Pertencem à mesma galáxia, com os mesmos buracos negros. Incapazes de criar o imprevisto, estão suspensos nas flutuações dos mais obscuros compromissos.

Hermínio da Palma Inácio, figura política da resistência ao regime salazarista, faleceu hoje, aos 87 anos. Tornou-se conhecido por protagonizar o primeiro desvio político de um avião que vinha de Casablanca e forçou a que voasse baixo para lançar propaganda contra o regime de Salazar, nos distritos do Alentejo, Setúbal e Lisboa. Participou no assalto ao Banco de Portugal na Figueira da Foz, donde levou cerca de trinta mil contos - uma fortuna para a época – para financiar a LUAR - Liga de Unidade e Acção Revolucionária, formação de cariz revolucionário que lutou contra o anterior regime até ao 25 de Abril, e ainda por ter planeado tomar a Covilhã.
A setubalense Neuza Silva, 133.ª classificada no «ranking» da WTA e que recentemente alcançou uma presença no quadro principal de Wimbledon, arrebatou ontem mais um sucesso desportivo ao vencer o Torneio Internacional Cidade da Corunha (Galiza, Espanha). Neuza enfrentou a russa Wesla Manasieva e triunfou com autoridade por 2-0 com os parciais de 6-3 e 6-1, Para chegar à final de ontem a jogadora sadina havia defrontado outra russa, Alexandra Panova, terminando com a vantagem de 2-1 num «match» muito disputado. O torneio da Corunha era dotado de um «prize money» de 25 mil dólares.
Notícia «O Setubalense»
O atleta português venceu este domingo o concurso do triplo salto nos Jogos da Lusofonia com uma marca de 17,15m. Nelson Évora precisou de fazer apenas dois ensaios para se impor à concorrência.
Manuel Alegre diz que "É necessário acordar o PS".
Será que a campainha irá tocar a horas?
A ministra da Saúde, Ana Jorge, alertou para o risco da auto-medicação para a gripe A com fármacos comprados na Internet. Centenas de sites estão a disponibilizar o medicamento baseado na substância activa Oseltamivir, indicada para o tratamento da gripe A.
O Partido Socialista acusa a líder do PSD de "sucessivas contradições" sobre políticas sociais adoptadas pelo Governo e de querer pôr a classe média a pagar duas vezes o SNS.
O PS criticou Manuela Ferreira Leite de dizer que rasgava as propostas do PS, mas a senhora diz que não disse. A SIC mostrou que a presidenta social democrata afinal sempre disse.
Tá dito!
Os deputados da oposição manifestaram no Parlamento o seu desagrado face às propostas do Governo inerentes às Leis dos Portos e da Navegação Comercial Marítima.
Manuel Alegre quer que a decisão tomada pela direcção do Partido Socialista de proibir as duplas candidaturas tenha efeitos retroactivos. O mesmo é dizer que desafia Elisa Ferreira e Ana Gomes, ambas eurodeputadas e candidatas a câmaras municipais (Porto e Sintra), a renunciarem a uma das funções.
O «Público» desta segunda-feira titula a toda a largura da primeira página que “Derrota nas europeias levou PS a proibir candidaturas duplas” e acrescenta: - O partido está dividido com a decisão de impedir que os candidatos a câmaras municipais integrem também as listas das legislativas.
A festa de apresentação de Cristiano Ronaldo aos oitenta mil adeptos do Real Madrid, que teve lugar ao final da tarde desta segunda-feira, no Estádio Santiago Barnabéu, foi uma cerimónia simples, como simples ele se apresentou.
Muito simples foi o que disse e que se notou que foi sentido.
A música de fundo, foi – diria Cristiano Ronaldo – “À minha maneira” interpretada pelo grupo português «Xutos e Pontapés».
O secretário-geral do PCP, Jerónimo de Sousa, acusou o Governo de, nestes quatro anos, apenas exigir sacrifícios "àqueles que menos têm", enquanto que os "senhores" alcançam "lucros escandalosos" e "muitos deles deviam estar presos".
Gunter Verheugen, vice-presidente da Comissão Europeia, lamentou que o ministro demissionário da Economia tenha saído do Governo, elogiando o seu mandato, que disse ser “de sucesso”.
Será que o homem também é amador, ou falou porque está vivo?
Em entrevista à SIC, Manuel Pinho, que até esta quinta-feira foi ministro da Economia, disse: “Não sou político profissional”.
Percebe-se que esta gente diga coisas destas e outras parecidas. Basta ver como o País está a ser dirigido…
… por amadores, claro!
O já ex-ministro da Economia do Governo de José Sócrates, Manuel Pinho, lamenta a situação criada com o seu gesto no Parlamento, mas deu a questão por encerrada numa entrevista à SIC onde admitiu não querer fazer carreira na política, segundo notícia do «Público». Sobre o futuro não quis abrir o jogo. “Agora o que quero passar é umas belíssimas férias”, disse Pinho, que aproveitou para elogiar as reformas do Executivo e dizer que ainda há muito a mudar.
O primeiro-ministro aceitou a demissão de Manuel Pinho de ministro da Economia, depois de este ter provocado uma “tourada” na Assembleia da República, aquando do debate sobre o Estado da Nação, ao colocar dois dedos na cabeça, em forma de chifres, apontados ao líder da bancada parlamentar comunista, Bernardino Soares.